quarta-feira, 30 de outubro de 2013



Despedindo – me de Frei Inácio





 Queridos (as) amigos (as), a notícia que lhes trago humanamente nos entristece, mas espiritualmente nos alegra, pois temos mais um santo no céu intercedendo por todos nós. Frei Inácio Larrañaga, fundador das Oficinas de Oração e Vida, faleceu segunda – feira dia 28/10 em Guadalajara no México aos 85(oitenta e cinco) anos de idade.
Para mim foi uma grande benção ter estado com ele em Florianópolis nos seus últimos dias de vida, pude ver e sentir muito de perto o quanto aquele homem estava com Deus e Deus nele
Frei Inácio foi alguém que viveu na prática as palavras de São Paulo na Segunda Epístola a Timóteo 4, 6 – 8 quando diz: “Quanto a mim, estou a ponto de Ser imolado e o instante da minha libertação se aproxima. Combati o bom combate, terminei a minha carreira, guardei a fé. Resta – me agora receber a coroa da justiça, que o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia, e não somente a mim, mas a todos aqueles que aguardam com amor a sua aparição.” Frei Inácio receba a coroa da glória, a coroa da vitória da qual o senhor é grande e profundamente merecedor, vestido de luz para sempre descanse em silêncio e paz!
A coordenação local das Oficinas de Vida convida para missa de 7º dia de seu querido e mamado pai fundador Frei Inácio Larranãga que  será celebrada domingo dia 3 (três) de novembro na comunidade Santuário Santa Rita de Cássia às 19h, pelo comparecimento sinceros agradecimentos.
Luís Odilon Macedo Beles – Formando da Escola de Formação para Guias

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Em vistas de estarmos vivenciando a SEMANA DA FAMÍLIA, compartilho com os meus visitantes um artigo da Comunidade Católica Oasis (Caxias do Sul) para que sirva de iluminação para vida de todos vocês.

Os (4) quatro pilares de um lar harmonioso

“Por isso deixa o homem pai e mãe, se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne. Ora, um e outro, o homem e sua mulher, estavam nus, e não se envergonhavam”.
Pare um pouco e pense bem sobre essas palavras, porque nelas temos, resumidamente, as bases do casamento, conforme o plano de Deus. É essa a declaração mais clara na Bíblia sobre o casamento, citada também nos Evangelhos de Jesus Cristo segundo São Mateus 19,5 e São Marcos 10,7. Em Efésios 5, São Paulo também se referiu a ela. No trecho acima temos quatro pilares que são o alicerce de um casamento feliz. Cada um desses pilares é absolutamente necessário para que haja harmonia e felicidade no lar.
“Por isso deixa o homem pai e mãe”. Aí está o primeiro pilar. Para que o novo relacionamento floresça, há necessidade de um ‘deixar’ emocional por parte dos recém casados. É fundamental que tanto o homem como a mulher cortem o cordão umbilical, rompam os laços da dependência emocional de seus pais. Antes do casamento, os pais oferecem segurança, proteção e sustento material. Depois, porém, o novo casal assume as funções de marido e esposa. Esse ‘deixar’ é tão importante que Deus o menciona antes de falar sobre a união matrimonial. Isto não quer dizer que os recém casados devam abandonar ou deixar de respeitar e honrar os pais, mas significa que eles precisam dar outro enfoque à vida, tendo cuidado de suprir as necessidades um do outro. Em outras palavras, se você não estiver disposto a deixar, sejam seus pais, sua profissão, seus hobbies, você nunca poderá desenvolver a experiência de ‘se unir’ que Deus planejou para o casal.
O segundo pilar está contido nas palavras: “se une a sua mulher’. A palavra ‘une’ significa cimentar e indica a natureza permanente do casamento. As duas pessoas são coladas. Ambos estão absolutamente unidas, perto uma do outra. Por isso qualquer tipo de separação é muito dolorosa. Por exemplo, o que acontece se você tenta separar duas folhas de papel que estão coladas? É praticamente impossível. No plano original de Deus, o casamento era uma instituição permanente: ‘até que a morte os separe’ Não é até que a sogra os separe, até que a amante os separe, nem até que a profissão ou a discórdia os separe, mas ‘até a morte’.
Infelizmente em nossos dias, o conceito de laços permanentes no casamento vem sendo insidiosamente desconsiderado e destruído. Mas esse não foi o plano original de Deus. Os laços matrimoniais não são como os laços de fitas que amarram os bonitos presentes de casamento, mas são laços de aço forjados pelo calor, através das crises e tribulações e da confirmação constante dos compromissos e votos feitos. A união do casal – ‘se une’ – É um processo crescente e contínuo. Através da variedade de circunstâncias e situações da vida conjugal, é possível constatar essa realidade nos mínimos detalhes. O cônjuge sempre deve perguntar-se a si mesmo: “Será que isso que eu vou fazer, dizer ou pensar vai nos unir ou nos separar?”

 

Lembre-se que aos olhos de Deus a união matrimonial é indissolúvel, e isso nos leva ao terceiro pilar, representado nas palavras: “tornando-se os dois uma só carne”. Casamento significa unidade no sentido mais completo da palavra – espiritual, mental, emocional e física. É um processo que se desenvolve durante toda a vida do casal. Unidade não significa conformidade ou uniformidade, porque o casamento une duas pessoas com origem, sentimentos, interesses, hábitos, dons e habilidades diferentes. Essa unidade não acontece da noite para o dia, por isso digo que leva uma vida toda.
A citação ‘tornando-se os dois uma só carne’, diz respeito à experiência sexual. Nós casamos no cartório para cumprir a lei. Casamos na Igreja, perante os convidados, para invocar as bênçãos de Deus e para dar testemunho público dos votos feitos. Casamos na cama através do ato conjugal. Isto é a consumação do casamento. Essa experiência é reservada somente para duas pessoas que deixaram e se uniram. Qualquer outra prática de intimidade física é uma tragédia com resultados catastróficos. A Bíblia define claramente o homem que comete o adultério. Vejamos as palavras do Autor Sagrado o Livro dos Provérbios 6,32: “O que adultera com uma mulher está fora de si; só mesmo quem quer arruinar-se é que pratica tal coisa”.
 Na sociedade permissiva em que vivemos, é bom lembrar que o casamento é um relacionamento heterossexual. Deus criou uma mulher e um homem. O relacionamento homossexual é uma anormalidade criada por pessoas que rejeitam a lei moral de Deus escrita nos corações.
Embora o relacionamento de “uma só carne” seja basicamente físico, as implicações espirituais, mentais e emocionais são muitas. A Bíblia descreve esse ato em Gênesis 4,1 da seguinte maneira: “E conheceu Adão a Eva, sua mulher…” O Espírito Santo escolheu esta palavra ‘conheceu’ para descrever essa santa união entre o homem e sua mulher. O ‘conhecer’ no ato sexual não é somente físico, mas também emocional, mental e espiritual.


Somente depois que o homem e a mulher ‘deixam’ seus pais e assumem o compromisso de se unirem, e se tornam uma só carne, nasce à intimidade. Este é o quarto pilar do casamento. Ele está revelado nas palavras: “Ora, um e outro, o homem e sua mulher, estavam nus, e não se envergonhavam”. Na lista das prioridades de Deus, a intimidade está em último lugar porque antes dela o casal precisa ‘deixar’, ‘unir-se’ e ‘tornar-se’. Esta ordem é importante e não pode ser mudada. A nudez de Adão e Eva não era simbólica, mas real. E não havia nenhuma vergonha ou embaraço entre eles. Nenhuma área estava escondida, nenhum medo, nenhum acanhamento. Havia liberdade física e emocional. É importante notar que essa intimidade era o resultado de um relacionamento sem pecado. Quando o pecado entrou no mundo, entrou a cobiça, a busca de tirar do outro o máximo do prazer egoísta. A primeira coisa que nossos pais sentiram necessidade de fazer foi se cobrir e se esconder. “E chamou o Senhor Deus ao homem que lhe perguntou: Onde estás? Ele respondeu: Ouvi o barulho dos teus passos no jardim, e, porque estava nu, tive medo e me escondi” (Gn 3, 9-10).
Entre Adão e Eva havia profunda intimidade e transparência. Este era o plano original de Deus, mas com o pecado, essa intimidade acabou. E agora reina o egoísmo, a insatisfação, a raiz de amargura, a frustração, e os mal-entendidos.
Tomemos como exemplo o adultério, quando não existe o compromisso de ‘até que a morte nos separe’, se não existe o ‘deixar-se’ o ‘unir-se’ e o ‘tornar-se não haverá alicerce para construir um lar feliz. O plano original de Deus não pode ser melhorado. São os quatro pilares que sustentam a casa.
Quando o homem interfere na ordem de Deus, ele sempre terá problemas. Talvez você esteja enfrentando sérios problemas em seu casamento. Se esse for o seu caso, tenho a boa notícia: nem tudo está perdido; o seu Deus é o Deus do impossível.

terça-feira, 25 de junho de 2013

Queridos visitantes estou postando um vídeo que tenho certeza, depois de assistí-lo a tua vida não será mais a mesma.



terça-feira, 12 de fevereiro de 2013


 
           http://luteranavitoria.com.br/wp-content/uploads/2012/02/o-que-significa-a-quarta-feira-de-cinzas.jpg


O uso litúrgico das cinzas tem sua origem no Antigo Testamento. As cinzas simbolizam dor, morte e penitência. No livro de Ester, Mardoqueu se vestiu de saco e se cobriu de cinzas quando soube do decreto do rei Asuer I (Xerxes, 485 – 464 AC) da Pérsia que condenou à morte todos os judeus de seu império. (Est 4,1). Jó, cuja história foi escrita entre os anos VII e V AC, mostrou seu arrependimento vestindo – se  de saco e cobrindo – se de cinzas (Jó 42,6). Daniel (cerca de 550 AC) ao profetizar a prisão de Jerusalém pela Babilônia escreveu: "Volvi-me para o Senhor Deus a fim de dirigir – lhe  uma oração de súplica, jejuando e me impondo o cilício e a cinza" (Dn 9,3). No século V AC, logo depois da pregação de Jonas, o povo de Nínive proclamou um jejum a todos e se vestiram de saco, inclusive o Rei tirou seu manto e cobriu – se de saco, levantou – se de seu trono e sentou sobre cinzas (Jn 3,5-6). Estes exemplos retirados do Antigo Testamento demonstram a prática da utilização das cinzas como símbolo, que todos entendiam, de arrependimento.
O próprio Jesus fez referência ao uso das cinzas. A respeito daqueles povos que se recusavam a se arrepender de seus pecados, apesar de terem visto os milagres e escutado a Boa Nova, Jesus disse: "Ai de ti, Corozaim! Ai de ti, Betsaida! Porque se tivessem sido feitos em Tiro e em Sidônia os milagres que foram feitos em vosso meio, há muito tempo elas se teriam arrependido sob o cilício e as cinzas”(Mt 11,21). A Igreja, desde os primeiros tempos, conservou a prática do uso das cinzas com o mesmo simbolismo. Em seu livro "De Poenitentia ”Tertuliano (160-220 DC) escreveu “que um penitente deveria viver sem alegria vestido com um tecido de saco rude e coberto de cinzas". O famoso historiador dos primeiros anos da igreja, Eusébio (260-340 DC), relata em seu livro A História da Igreja, como um apóstata de nome Natalis se apresentou vestido de saco e coberto de cinzas diante do Papa Ceferino, para suplicar – lhe perdão. Sabe – se que em determinada época existiu uma prática que consistia no sacerdote impor as cinzas em todos aqueles que deviam fazer penitência pública. As cinzas eram impostas quando o penitente saía do Confessionário.
Já no período medieval, por volta do século VIII, aquelas pessoas que estavam para morrer eram deitadas no chão sobre um tecido de saco coberto de cinzas. O sacerdote benzia o moribundo com água benta dizendo – lhe: "Recorda-te que és pó e em pó te converterás". Depois de aspergir o moribundo com a água benta, o sacerdote perguntava: "Estás de acordo com o tecido de saco e as cinzas como testemunho de tua penitência diante do Senhor no dia do Juízo?" O moribundo então respondia: "Sim, estou de acordo". Pode – se perceber em todos esses exemplos que o simbolismo do tecido de saco e das cinzas serviam para representar os sentimentos de aflição e arrependimento, bem como a intenção de se fazer penitência pelos pecados cometidos contra o Senhor e a Sua Igreja. Com o passar dos tempos o uso das cinzas foi adotado como sinal do início do tempo Quaresmal; o período de quarenta dias, excluindo – se os domingos, em preparação a Páscoa da Ressurreição. O ritual da Quarta-feira de Cinzas fazia parte do Sacramental Gregoriano. As primeiras edições deste sacramental datam do século VII. Na liturgia atual da Quarta-feira de Cinzas, utilizamos cinzas feitas com os ramos distribuídos no Domingo de Ramos do ano anterior. O sacerdote abençoa as cinzas e as impõe na fronte de cada fiel traçando com essas o Sinal da Cruz. Logo em seguida diz: "Recorda – te que és pó e em pó te converterás" ou então "Arrepende – te e crede no Evangelho".
Devemos nos preparar para o começo da Quaresma compreendendo o significado profundo das cinzas que recebemos. É o tempo para introspecção isto é, nos voltar para dentro de nós mesmos, examinar nossa consciência e confessar nossos pecados. Só assim poderemos voltar nossos corações autenticamente para o Senhor, que sofreu, morreu e ressuscitou pela nossa salvação. Além do mais esse tempo serve para renovar nossas promessas batismais, quando morremos para a vida passada e renascemos para uma nova vida em Cristo.
Finalmente, conscientes que as coisas desse mundo são passageiras, procuremos viver de agora em diante com firme esperança no futuro e na plenitude do Céu.
Luís Odilon Macedo Béles
Consagrado da Comunidade Católica de Aliança Obra Nova do Monte Carmelo

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

http://www.igreja-catolica.com/misc/imagens/nossa-senhora/imagem-de-nossa-senhora-de-lourdes/gruta-de-lourdes-1.jpg Nossa Senhora de Lourdes


Nossa Senhora, a Teotokos, palavra de origem grega que significa
“Mãe de Deus”, conforme dogma definido pelo Concílio de Éfeso no ano 431 que afirmou: “Maria é verdadeiramente Mãe da pessoa do Verbo Encarnado”. Nossa Senhora é também Mãe dos homens e consequentemente Mãe da Igreja como lemos em João 19,25 – 27 e como observou o papa Pio X.
Sendo Nossa Senhora Mãe dos homens e Mãe da Igreja, preocupa – se e muito com seus
filhos, por isso vem ao seu encontro por meio de suas inúmeras aparições. Dentre elas destacamos uma, a qual celebramos neste mês de fevereiro.
A mesma aconteceu pela primeira vez no dia 11 de fevereiro de 1858 em Lourdes, uma pequena cidade situada a sudeste da França pertencente à Diocese de Tarbes, à vidente Bernadette Soubirous nascida em 7 de janeiro de 1844. Estando a menina às margens do rio Gave, junto a Gruta de Mssabielle, a Virgem Santíssima manifestou direta e mui profundamente seu grande amor maternal pela humanidade apresentando – se a menina que contava na época quatorze anos de idade.
Assim relata Bernadette a sua visão: “Eu vi uma Senhora vestida de branco, com um manto branco, uma faixa azul celeste na cintura e uma rosa amarela em cada um de seus pés e trazia um rosário em suas mãos. Saudou – me inclinando um pouco a cabeça. Eu achando que estava sonhando, esfreguei os olhos; mas levantando a vista vi novamente a linda senhora que me sorria e pedia que me aproximasse, mas não me atrevia. Não que tivesse medo, porque quem tem medo foge, e eu teria ficado ali a olhá – la por toda a vida. Então tive a ideia de rezar e peguei o rosário, ajoelhei – me, percebi que a Senhora se persignava ao mesmo tempo em que eu. Enquanto ai passando as contas, ela escutava as Aves – Maria sem dizer nada, mas passando também por suas mãos as contas do seu rosário. E quando eu dizia o Glória ao Pai, Ela o dizia também, inclinando um pouco a cabeça. Terminado o rosário, sorriu para mim outra vez e retrocedendo para as sombras da gruta desapareceu.”
No dia 24 de fevereiro, a aparição pede insistentemente: “Penitência! Penitência! Penitência! Reze pela conversão dos pecadores!”
Nesse lugar onde ocorreram as aparições surgiu inexplicavelmente uma fonte d’água a qual existe até hoje e chega a fornecer 122.000 litros de água potável a uma temperatura de 12 graus. Bernadette dizia: “Usem desta água como remédio... Mas tem de ter fé, é necessário rezar! Esta água não tem nenhum valor sem fé.”
Na terceira aparição em 18 de fevereiro, a Senhora disse a Bernadette: “Faz – me o favor de vir aqui na gruta todos os dias pelo período de quinze dias.” A menina respondeu que sim e a Virgem lhe falou: “Não prometo fazer – te feliz neste mundo, mas no outro.” Senhora ordenou também à menina que bebesse e se lavasse na água da fonte.
Em 25 de março, Bernadette perguntou àquela bela Senhora quem era ela e Esta lhe responde: “Eu sou a Imaculada Conceição”. A menina saiu correndo e repetindo esse nome pelo caminho, para dizê – lo ao Sacerdote, aquele nome que ela não entendera, o sacerdote havia lhe pedido que perguntasse a Senhora o seu nome. Ressalte – se que isso aconteceu quatro anos após a proclamação do dogma da Imaculada Conceição em 8 de dezembro de 1854 pela “Bula Inefabíllis Deus” de Pio IX.
Nossa Senhora realizou dezoito aparições entre 11 de fevereiro a 16 de julho de 1858.
Inúmeros milagres e curas inexplicáveis aconteceram naquele lugar e continuam acontecendo ainda hoje, comprovados por grandes nomes da ciência.
Nesta data dedicada a Virgem Maria, é também comemorado o Dia Mundial do Enfermo. Nada mais justo que sendo Nossa Senhora a Mãe de Misericórdia, a Saúde dos enfermos, a Esperança do Aflitos; a Medianeira de Todas as Graças que dediquemos este dia aos doentes e façamos dele não um dia de comemoração, mas de reflexão uma vez que a doença é um tempo de humildade, que expõe nossas fraquezas subordinando – nos à dependência de alguém que cuide de nós. É quando nos colocamos frente a frente com nossa finitude humana perante o Deus vivo e verdadeiro. Provar de nossas próprias limitações faz – nos mais humanos e por consequência mais próximos de Deus. Está escrito: Basta – te minha graça, porque é na fraqueza que se revela totalmente a minha força (2 Cor. 12,9).
Finalizando este artigo peçamos a virgem santíssima a sua benção maternal: Nossa Senhora de Lourdes, Mãe Imaculada, rogai por nós.
Luís Odilon Macedo Béles – Consagrado da Comunidade Católica Nova de Aliança Obra Nova do Monte Carmelo

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013




      Vamos rezar pelos familiares e vítimas dessa tragédia de Santa Maria: 



















Que a nossa Mãe Santíssima acolha em seu coração maternal as almas dos falecidos e console os corações de seus familiares e amigos e de todos aqueles que sofrem
a perdem de tantas vidas. Assim seja, amém.

Luís Odilon Macedo Béles – consagrado da Comunidade Católica de Aliança Obra Nova do Monte Carmelo









sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

    Com Cristo no coração do mundo – Pelotas, RS


Anderson R. Costa, SJ

Advento, tempo de sentir e saborear. Vem Senhor Jesus, o mundo precisa de ti! Esse fora o refrão que nos motivara no decorrer do Advento, nós aguardávamos o Senhor, desejosos de que ele viesse uma vez mais fazer morada entre nós.  Assim, movidos por esse espírito do advento e no anseio de nos colocar a serviço da missão, fomos contemplados com a oportunidade de colaborar com a missão da Comunidade Jesuíta presente na cidade de Pelotas.
Pouco a pouco, fomos nos constituindo uma comunidade itinerante e a serviço da missão, de modo especial e neste tempo, com a tarefa de atuar na Paróquia Nossa Senhora de Fátima. O grupo - composto por Alex Pin, Tiago Zeni, João F. Haetinger e Antônio Anderson - contou com a acolhida afetuosa da comunidade jesuíta local, que além de nos receber muito bem, teve o cuidado de preparar como se daria nossa presença junto à missão.
Como sabemos, desde muito tempo a Companhia se faz presente nesta cidade e nos últimos tempos, em comunhão com a igreja local, assumiu corajosamente o desafio de estar nas fronteiras da missão, mais especificamente na assistência a Paróquia Nossa Senhora de Fátima.  O espírito fraterno que nos congregou neste tempo de missão nos possibilitou experimentar-nos parte do corpo a serviço da missão universal, de modo que pudemos sentir com o povo de Deus e as necessidades da Igreja.
Nossa atuação de seu deu em diferentes frentes de trabalho, tais como: visitas aos enfermos e idosos (com bênçãos nas casas), além de encontros de formação bíblica atendendo a uma solicitação dos paroquianos. Paralelas à formação ocorrem noites vocacionais em diversas comunidades, por ocasião da ordenação do Diácono Permanente Volnei, que contou com a colaboração mais estreita de nosso companheiro Tiago. Em nossos últimos dias na missão, aproveitamos a companhia do padre Rogério e visitamos a Universidade Católica de Pelotas e nos deparamos com mais uma das necessidades da Igreja local. Além disso, tivemos a oportunidade de participar de um programa de rádio e colaborar em outra ordenação de diácono permanente.
No intuito de perceber de forma mais abrangente a missão dos companheiros jesuítas na região salvaguardamos um espaço para convivência junto à comunidade, estes foram momentos muito agradáveis de partilha e descontração, pois tanto quanto saber trabalhar juntos é necessário que redescubramos o valor de saber descansar juntos.
Aprendemos com os EE que o que sacia e satisfaz a alma não é o muito saber, mas o sentir e saborear as coisas internamente. Compreendemos que somos membros da Companhia, que toda nossa vida é missão, mas o que caracteriza nossa pertença a este corpo é o desejo de nos colocar a serviço da missão, na disponibilidade autêntica de um coração que quer estar com Cristo no coração do mundo.

Este artigo que acabaram de ler de autoria do querido irmão/amigo Antonio Anderson R. Costa, SJ foi motivado pela sua estada como missionário em Pelotas – RS, juntamente com seus companheiros não menos queridos. Saibam meus amados que suas presenças em nossa comunidade de Santa Rita de Cássia deixaram marcas indeléveis em nossos corações, louvamos e agradecemos a Deus por tão grande presente.
Luís Odilon Macedo Béles – consagrado da Comunidade Católica de Aliança Obra Nova do Monte Carmelo